quinta-feira, 12 de julho de 2012

As flores de plástico..

não morrem. É como pétala,como cada espinho. A flor mais bonita do jardim,se apaixona por uma flor mais oposta,de cor rara,de coração grande,de olhar imenso,porém nada sedutor,mas doce. A flor mais bonita do jardim,brilhava de tão iluminada,pura,real,de tão verdadeira..diferentemente da outra flor,que no fundo,desde o ínicio precisava da outra,e aos poucos foi percebendo sua necessidade,sua vontade de se tornar pelo menos uma pétala,daquela doce flor,e essa desejava ser pelo menos o espinho,daquela. O jardim se tornou enfestado por outras flores,que tentaram destruir o afeto dessas,o dia que essa sozinha e doce flor,declarou ao seu coração que tinha escolhido uma dentro daquela diversidade no jardim e que seria para sempre,nada poderia separar,o sentimento não poderia morrer,por mais que muitas vezes,seja difícil manter as pétalas secas,sem regar,ela continua sempre apaixonada,por aquela flor clara,de pétalas amarelas,de espinhos que são tão frágeis que não fazem mal. Por aquele homem que enlaçou seu coração e transformou em apenas a sua flor.

Nenhum comentário:

Postar um comentário