um dia que passa. Como saber o que se quer? nem todas as cartomantes do mundo nos ajudariam a decifrar o destino mundano. Eu perco o medo do que a sorte lê..adivinhar as pessoas está muito complexo,ou melhor está muito confuso. Antigamente,eram raras as ''metamorfoses ambulantes'',ao contrário do que muitos pensam,não acredito que não mostravam sua ideia por medo,ou repreensão,elas possuíam uma certa noção de palavras ditas e não ditas,isso está enquadrado: consequência.busca,prazer...enfim,mesmo elas não expressando muitas vezes sua opinião,todo mundo já sabia o que certas pessoas queriam dizer,as palavras eram usadas com outro sentido,na verdade elas eram muito bem usadas;tanto em letras de músicas,filmes,um simples café da tarde ou uma conversa entre amigos. A palavra,algo tão bonito,está se transformando em uma afronta em geral. Não posso negar,que até eu cometo este deslize,de usa-lá para um negativismo,e logo vem o pensamento: só uma vez né,hoje em dia todo mundo usa. (são poucas ás vezes que penso assim.) As pessoas usam palavras para conseguir ou destruir algo,ganhar ou perder,dizer e não dizer. Eu apenas acho que seu uso poderia ser um pouco moderado. Talvez seja um desabafo,de não ''aguentar'' ler certas coisas. Não só eu,mas muitas pessoas..e não exatamente em alguma rede social,a qual me permite com apenas um clique,deletar tudo o que eu não quero ler,até por que eu só ouço e leio o que me convém,mas em modo geral,na televisão,em revistas,jornais. Todos poderiam ser mais decifráveis. As pessoas,e suas palavras. O mundo agradece. E o frio Curitibano também.
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